quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Não sei quem é de onde veio
qual a vida que viveu,
quais os caminhos que andou.
poema dos meus anseios
eu não sei quem te escreveu,
eu não sei quem te cantou.

nas palavras que me disse
eu vi razão e loucura,
vi desprezo vi meiguice.
nos silêncios que me deu
eu ouvi toda a ternura
que a sua boca não disse.

na minha vida vazia
minha noite se fez dia
o meu desejo é viver!!
AMA-LO em cada segundo
e ser senhora do mundo
para o mundo lhe oferecer.


Dias......

e pronto há dias sim , há dias não , há dias cinzentos ,há dias coloridos ,há dias em que me apetece fugir , há dias em que só me apetece estar aqui ,há dias em que me apetece comer gelados , há dias que nem posso ouvir falar deles ,há dias, em que me apetece beijar toda a gente ,há dias em que me apetece esbofetear este mundo e o outro ,ha dias em que me apetece chorar , há dias que só me apetece rir....há tantos dias!!!

hoje era um dia que se fosse possível me enfiava na banheira cheia de agua e ficava com a cabeça debaixo de agua a ouvir NADA!
mas já a Mikinhas dizia " filhinha Deus escreve direito por linhas tortas ,por isso fecha uma porta e abre uma janela " ora bolas , eu achava que me tinha aberto um postigo , ou que me tinha apenas destinado um buraquinho de fechadura!!!

derrepente!!!!!!
derrepente as coisas andam para a frente!!
derrepente há decisões tomadas!
derrepente o Universo conspira para que tudo corra bem!!
derrepente fico a sorrir e logo depois choro de felicidade!!

vivo a 1000 e adoooooro fazê-lo por estas coisas , pela intensidade , pelo partido que consigo tirar de uma boa noticia!!!

Há realmente dias!!!

Viva aos dias bons viva aos dias maus :) nunca sabemos quando o mau vai passara bom!!!

Cruzem-se comigo hoje!!!!

e cá vou eu!! e não se esqueçam que são os devaneiosdagigi , logo não há que ligar a lógica das ideias !!!!

Há dias!!!!há dias!!

Aiii aiiiii
:)




terça-feira, 6 de outubro de 2009

" No meu jeito de sorrir ficou vincada
A tristeza de por ti não ser beijada
Meu senhor de todo o sempre
Sendo tudo não és nada. "
Gerónimo Bragança

ás vezes sinto coisas que não sei dizer o que são. . . . . .se é alegria se é tristeza. . . . .é um misto de coisinhas pequeninas que juntas dão uma bola muito grandeeee,pronto,como se fosse uma bola de massa para rissois onde tudo esta bem misturado e o resultado é. . . . .. . . . cantoria , só não dá para congelar é de momento é vergonhoso por vezes,apetece-me esconder a cara quando acabo de cantar. . . .apetece-me que não me vejam, que não saibam que fui eu,que não saibam que eu sinto assim.
canto porque sim.
canto porque gosto de cantar.
canto onde me apetece cantar e acho que devo cantar em qualquer lugar para quem me quer ouvir e não pode pagar para isso , eu Canto.
canto com muito prazer para a dona Laurinha, vizinha la de casa com 85 anos com quem ontem estive a conversa e me dizia que gosta tanto de fado mas não pode ir as casas de fado, ora nem é tarde nem é cedo, depois de estar embaladinha na historia de sua vida , com tantas emoções que senti não foi nada difícil,não havia nada a fazer se não Cantar.
se canto na mesa de café porque tenho vontade e alguém repara e me pede para cantar mais um e mais um , eu canto , sou feliz assim , venho embora com um cachet fantástico , sorrisos nas caras das pessoas.
bem vou embora pois assim do nada fiquei sem
saber o que escrever.

sábado, 26 de setembro de 2009

sábado, 5 de setembro de 2009

Meu Amor,meu Amor
meu corpo em movimento
minha voz à procura
do seu próprio lamento.

meu limão de amargura
meu punhal a crescer
nós parámos o tempo
não sabemos morrer
e nascemos,nascemos
do nosso entristecer.

Meu Amor,meu Amor
meu nó de sofrimento
minha mor ternura
minha nau de tormento

esse mar não tem cura
esse céu não tem ar
nós parámos o vento
não sabemos nadar

E morremos,morremos
devagar,devagar.


lenço dos namorados




ora poças!!!
este já ca anda tem uns tempos . . . . .já está finalmente no fim. . . .acontece que o tal " bruxedo " heheheh ( lógico que é brincadeira ) não pareceu estar a surtir qualquer tipo de efeito portanto pus um nikinho de lado :) mas o resultado é fenomenal acho eu!!!

é a máquina de ronron que levei lá para casa!!adora acordar-me as seis da manha para brincar com ela. . . . .tentar ficar escondida dentro da minha carteira para sair comigo de casa de manha.....mia quando falo com ela,que parece que canta!!é uma gata fadista!!!

aqui está a minha Mimi com o seu colar de pérolas. . . . . .
elá é um pouco dificil de fotografar mas com um nikinho de paciencia lá consegui. . . . .
cá está ela então Maria Amélia ou Mimi para os amigos
o meu ultimo trabalhinho!!é o meu orgulho sem duvida!!!alias acho que se nota :)
aceito encomendas .





sexta-feira, 4 de setembro de 2009

" O teu olhar "

Desde que vi os teus olhos
Tenho o meu fado marcado
Meu fado, são os teus olhos
Teus olhos, são o meu fado

Teus olhos, meninos tontos
Dentro de mim estão brincando
Se ergo os meus olhos um pouco
Vejo os teus olhos dançando

Eu quis cantar ao teu olhar que me encantou
Pois nele achei, como não sei, inspiração
Foi o calor dum olhar teu
Que me prendeu, e desde então
O teu olhar é a razão desta paixão

Todas as minhas canções
Vivem do teu lindo olhar
Quando não olhas p'ra mim
Já eu não posso cantar

Teus olhos são dois poetas
De grande imaginação
Foram eles que ditaram
Os versos desta canção

quinta-feira, 3 de setembro de 2009

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quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Atras da porta

Quando olhaste bem nos olhos meus
E o teu olhar era de adeus
Juro não acreditei
Eu te estranhei me debrucei,
sobre o teu corpo e duvidei
E me arrastei de te arranhei
E me agarrei nos teus cabelos
Nos teus pêlos, no teu pijama
Nos teus pés, ao pé da cama.
Sem carinho sem coberta
No tapete atrás da porta
Reclamei baixinho
Dei pra maldizer o nosso lar
Para sujar teu nome te humilhar
E me vingar a qualquer preço
Te adorando pelo avesso
Pra mostrar que ainda sou tua
Só para mostrar que ainda sou tua...
Chico Buarque

sábado, 22 de agosto de 2009

Parece que dizes
Te amo, Maria
Na fotografia
Estamos felizes
Te ligo afobada
E deixo confissões
No gravador
Vai ser engraçado
Se tens um novo amor
Me vejo a teu lado
Te amo?
Não lembro
Parece dezembro
De um ano dourado
Parece bolero
Te quero, te quero
Dizer que não quero
Teus beijos nunca mais
Teus beijos nunca mais
.
Não sei se eu ainda
Te esqueço de fato
No nosso retrato
Pareço tão linda
Te ligo ofegante
E digo confusões no gravador
E desconcertante
Rever o grande amor
Meus olhos molhados
Insanos, dezembros
Mas quando me lembro
São anos dourados
Ainda te quero
Bolero, nossos versos são banais
Mas como eu espero
Teus beijos nunca mais
Teus beijos nunca mais

chico e Tom

com açucar com afeto

Com açúcar, com afeto, fiz seu doce predileto
Pra você parar em casa, qual o quê
Com seu terno mais bonito, você sai, não acredito
Quando diz que não se atrasa
Você diz que é um operário, sai em busca do salário
Pra poder me sustentar, qual o quê
No caminho da oficina, há um bar em cada esquina
Pra você comemorar, sei lá o quê
Sei que alguém vai sentar junto, você vai puxar assunto
Discutindo futebol
E ficar olhando as saias de quem vive pelas praias
Coloridas pelo sol
Vem a noite e mais um copo, sei que alegre ma non troppo
Você vai querer cantar
Na caixinha um novo amigo vai bater um samba antigo
Pra você rememorar
Quando a noite enfim lhe cansa, você vem feito criança
Pra chorar o meu perdão, qual o quê
Diz pra eu não ficar sentida, diz que vai mudar de vida
Pra agradar meu coração
E ao lhe ver assim cansado, maltrapilho e maltratado
Ainda quis me aborrecer, qual o quê
Logo vou esquentar seu prato, dou um beijo em seu retrato
E abro os meus braços pra você

Chico

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

o que sera

O que será que me dá
Que me bole por dentro,
será que me dá
Que brota à flor da pele,
será que me dá
E que me sobe às faces e me faz corar
E que me salta aos olhos a me atraiçoar
E que me aperta o peito e me faz confessar
O que não tem mais jeito de dissimular
E que nem é direito ninguém recusar
E que me faz mendigo, me faz suplicar
O que não tem medida, nem nunca terá
O que não tem remédio, nem nunca terá
O que não tem receita

O que será que será
Que dá dentro da gente e que não devia
Que desacata a gente, que é revelia
Que é feito uma aguardente que não sacia
Que é feito estar doente de uma folia
Que nem dez mandamentos vão conciliar
Nem todos os unguentos vão aliviar
Nem todos os quebrantos, toda alquimia
Que nem todos os santos, será que será
O que não tem descanso, nem nunca terá
O que não tem cansaço, nem nunca terá
O que não tem limite


O que será que me dá
Que me queima por dentro, será que me dá
Que me perturba o sono, será que me dá
Que todos os tremores que vêm agitar
Que todos os ardores me vêm atiçar
Que todos os suores me vêm encharcar
Que todos os meus órgãos estão a clamar
E uma aflição medonha me faz implorar
O que não tem vergonha, nem nunca terá
O que não tem governo, nem nunca terá
O que não tem juízo

Chico Buarque

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Eu preciso de te ver


Eu preciso de te ver
Ausente amor sem razão
Para te mostrar as sombras
Do quarto da solidao

Eu preciso de te ver
Para afastar este frio
Que võa dentro de mim
Como gaivotas no rio

Eu preciso de te ver
Para afastar esta saudade
Que já começa a vestir
O tempo da minha idade

Como ganhei a coragem
Da areia a beber a espuma
Eu preciso de te ver
Mais uma vez só mais uma

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

não sei porque te foste embora
não sei que mal te fiz, que importa
só sei que o dia corre e aquela hora
não sei porque não vens bater-me à porta
não sei se gostas d'outra agora
se eu estou ou não p'ra ti já morta
não sei não sei nem me interessa
não me sais é da cabeça
que não vê que eu te esqueci
não sei não sei o que é isto
já não gosto e não resisto
não te quero e penso em ti
não quero este meu querer no peito
não quero esperar por ti nem espero
não quero que me queiras contrafeito
nem quero que tu saibas que eu te quero
depois deste meu querer desfeito
nem quero o teu amor sincero
não quero mais encontrar-te
nem ouvir-te nem falar-te
nem sentir o teu calor
porque eu não quero que vejas
que este amor que não desejas
só deseja o teu amor
porque eu não quero que vejas
que este amor que não desejas
só deseja o teu amor

terça-feira, 4 de agosto de 2009

Peder Severin Krøyer



Fiquei apaixonada.....

não conhecia os seus trabalhos nem dos seus amigos,muito menos sabia algo sobre a sua vida,P.S Kroyer,um pintor fascinante com uma historia de vida incrível.
Aqui deixo um cheirinho sobre o seu trabalho , a maior parte dele feito em Skagen,cidadezinha que por sua causa e de Michael Ancher se tornou tão famosa para os artista da época.
Cá um retrato de Marie Kroyer e uma comemoração em casa do casal Michael e Anne Ancher,seus amigos mais próximos.

de uma beleza inquietante todos os trabalhos que consegui ver até agora......

segunda-feira, 3 de agosto de 2009

Há certas horas, em que não precisamos de um Amor...
Não precisamos da paixão desmedida...
Não queremos beijo na boca...
E nem corpos a se encontrar na maciez de uma cama...

Há certas horas, que só queremos a mão no ombro, o abraço apertado ou mesmo
o estar ali, quietinho, ao lado...
Sem nada dizer...

Há certas horas, quando sentimos que estamos pra chorar, que desejamos uma
presença amiga, a nos ouvir paciente, a brincar com a gente, a nos fazer sorrir...

Alguém que ria de nossas piadas sem graça...
Que ache nossas tristezas as maiores do mundo...
Que nos teça elogios sem fim...
E que apesar de todas essas mentiras úteis, nos seja de uma sinceridade
inquestionável...

Que nos mande calar a boca ou nos evite um gesto impensado...
Alguém que nos possa dizer:
Acho que você está errado, mas estou do seu lado...

Ou alguém que apenas diga:

Sou seu amor! E estou Aqui!

William shakespeare