quinta-feira, 17 de janeiro de 2008

tarte Gigi nº1.......


Boas aqui vou deixar a minha tarte Gigi nº1 espero que gostem,as próximas não tardaram!!

. embalagem de massa folhada fresca 1
(ou massa quebrada se preferirem,aconselho a do pingo doce)
. lata de milho 1
. alho francês 2
. carne picada a gosto
. couve coração
. cenoura
. um pacote de natas
. sal e pimenta a gosto
. polpa de tomate
. noz moscada

Desenrolar a massa sobre uma tarteira fazendo umas picadelas com um garfo por toda ela.
Num tachinho fazer um refogado de cebola picada com azeite e óleo.
Depois de a cebola alourar juntar um fundinho de agua e juntar duas colheres de sobremesa de polpa de tomate.Juntar então a carne picada,deixar refogar.
Juntar os legumes todos ao preparado

e deixar cozer em lume médio.
Quando tudo bem estiver cozido,juntar um pacote de natas e um pouco de noz moscada para aromatizar.
Por fim deitar o preparado sobre a massa na tarteira e tapar com massa ou não,como preferirem.





terça-feira, 15 de janeiro de 2008

.....


nem sei que me apetece dizer....sobre que falar......não me apetece dizer nada e tanta coisa ao mesmo tempo!!estou tão calma,o que não é nada normal,e ao mesmo tempo o meu coração acelerado!
deixo aqui apenas um poema de Manuela de Freitas que é o suficiente.

ai meu amor se bastasse
saberes que eu te amo tanto
e cada vez que eu cantasse
ai meu amor se bastasse
saberes que é por ti que eu canto!

Ai meu amor se bastasse
o que a cantar eu consigo
e mesmo que eu não cantasse
ai meu amor se bastasse
o que a falar eu não digo

Ai meu amor se bastasse
eu saber que te não basto
e na vida que eu gastasse
a cantar eu reparasse
que a nossa vida esta gasta.

Se o que eu tenho para te dar
quando eu canto te chegasse,
se isso pudesse bastar,
se me bastasse cantar,
ai meu amor se bastasse!!!!!

Manuela de Freitas

sábado, 12 de janeiro de 2008

Ausência

Se o mundo dá tantas voltas em redor,
das estrelas,dos espaços encobertos,
não sei porque não te soltas,meu amor,
e vens cair nos meus braços sempre abertos.

Tu és assim como o vento nas nortadas
com as mesmas inconstâncias esquisitas
tenho-te ao pé um momento ou quase nada
depois vejo-te a distancias infinitas.

És mais ledo que a poeira que há no ar,
és mais fino,que a poeira em remoinho
que poisa sobre a roseira para a manchar
e depois o vento espalha pelo caminho.

Não te prendes rendido é tua norma!
Dizes e fico a pensar ao ver-te ausente
que andando tu desprendido dessa forma
eu te não possa abraçar eternamente.

sexta-feira, 11 de janeiro de 2008

a primeira


Olá........
.......é então este o meu primeiro devaneio.........porquê devaneio??!!Gigi??.....porque aqui escreverei o que bem me apetecer,à hora que me convier,sobre o que me lembrar sem lógicas sem regras,sem pés no chão como alias adoro andar de quando em vez ......."assim ao calhas" como diria a minha avozinha Mikinhas!
e sabem do que certamente irei falar também bastante???
Fado yeah,yeah!!!!!!
Gastronomia Mnhammmm!!!
Moçoilos ;) ;)
Cachopas ;))
e bem,mais umas tretas quais queres!!
A quem ler desculpem a loucura saudável ;)